8 de dezembro de 2011

ϕ - O Número Aúreo - I

   Acho fundamental a compreensão da existência do número de ouro e a observação de sua ocorrência na natureza. Tal proporção é importante mediante a busca pela perfeição e pela estética artística. Assim como a proporção Pi, ocorrente nas circunferências, o nº de ouro é mais uma conversa da matemática e da filosofia que devemos nos fazer presentes.
   Vê-se hoje o abandono da curiosidade sobre a vida e a total estagnação dos estudos pelos indivíduos de nossa sociedade. Isto tem de ser repelido por nós e jamais tolerado. Para uma humanidade melhor, para um governo sem corrupção, pela supremacia da espécie e a perpetuação da mesma, devemos aprimorar o que nos garante essa situação, nossa capacidade racional.
   Margeando a política e a situação social da nação, eu acredito que não possa faltar esse comentário: É visto que muitos declaram não ter tido a oportunidade de estudar (o que já foi descoberto pelo homem), alegam ausência de incentivo do Estado sobre o sistema educacional como justificativa para sua situação de vida. E eu me pergunto: Pitágoras por acaso estudou na melhor escola de sua época, recebeu incentivo do governo para estudar? E o melhor: O que ele iria estudar? Por acaso havia livros para ele ler e decorar fórmulas, talvez? O surpreendente é a resposta: Não! Ele teve de estudar a natureza, teve de descobrir como ela funcionava, rendendo-nos um teorema utilizado como base para quase tudo que construimos, inventamos ou descobrimos até hoje. O famoso Teorema de Pitágoras, que muitos ainda desconhecem por puro desinteresse.

Aprender e ensinar. Uma lógica, uma determinação.

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