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| Refletindo... |
A dualidade
que persiste em todo ser humano, e talvez em todo ser vivo, é como lidar com
seus sentimentos e seus pensamentos ao mesmo tempo. Na vida enfrentamos
diversas situações, diversos espaços de tempo dos quais sem a razão jamais compreenderíamos
o que está se passando. Sem as emoções nada sentiríamos e uma máquina seriamos,
um computador que anda frio e imutável. Como encontrar o equilíbrio para ambas
as partes, como saber o equilíbrio para ambas as partes?
Este assunto
sempre foi alvo de muitas discussões e debates filosóficos sobre a vida. Muitos
talvez dissessem que o melhor equilíbrio é o qual atende suas decisões na vida,
uma outra parte diria que a melhor escolha seria o lado racional de agir e
consequentemente outros diriam que o melhor é deixar o corpo falar e a vida
fluir. O fato é: tal questionamento sobre como dosar as emoções e a intervenção
da razão, sempre estará atrelado à situação em que se encontra o indivíduo. Não
é possível determinar como agir sem se saber em que agir.
Realmente é
complicado dar um parecer básico sobre o assunto devido sua complexidade. Eu
sempre manejei minha vida mediante a razão (evidenciado por postagens neste
blog), se agi corretamente eu não sei. Talvez eu tivesse aproveitado mais a
vida se fosse alguém mais ligado aos sentimentos.
Fica claro para qualquer pessoa que o
posicionamento perante tal questão já fora discutido no período Barroco, onde o
conflito entre o eterno e o efêmero tornou esse período particular na história
da humanidade. Sem margear méritos religiosos, o “comedimento terreno” era o
indivíduo baseado na razão enfrentando o dia-a-dia e o “carpe diem” era o indivíduo saciando-se de cada momento em que
vivia. Com essas duas vertentes (Razão versus
emoção) agindo sobre nossas vidas, fica ainda mais complicado agarrar-se a
alguma bandeira. A mente com sua eternidade concreta sempre se sobrepujou sobre
os sentimentos efêmeros inúmeros que temos na vida.
Para “fechar
aspas”, acredito que a melhor escolha, o melhor equilíbrio será sempre aquele
que levará em conta se você ou alguém será prejudicado, será sempre aquele que
buscará ser racional para atingir seus objetivos e cordial para com os outros
seres viventes. Não adianta ser extremista sempre, uma única visão para a vida
não é bastante para sua total compreensão. Um último “alô”, visar o bem e a
prosperidade inviolável do próximo e do “distante” é algo divino de valor
incalculável.
Aprender e ensinar. Uma
lógica, uma determinação.

uau!
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