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| Escola de Atenas - Rafael Sanzio |
O ceticismo (derivado do verbo grego
σκέπτομαι, transl. sképtomai, "olhar à distância",
"examinar", "observar") é a doutrina que afirma que não se
pode obter nenhuma certeza absoluta a respeito da verdade, o que implica numa
condição intelectual de questionamento permanente e na inadmissão da existência
de fenômenos metafísicos, religiosos e dogmas. O termo originou-se a partir do
nome comumente dado a uma corrente filosófica originada na Grécia Antiga.
O ceticismo
costuma ser dividido em duas correntes:
Ceticismo filosófico - uma postura filosófica em que pessoas
escolhem examinar de forma crítica se o conhecimento e percepção que possuem
são realmente verdadeiros, e se alguém pode ou não dizer se possui o
conhecimento absolutamente verdadeiro;
Ceticismo científico - uma postura científica e prática, em que
alguém questiona a veracidade de uma alegação, e procura prová-la ou
desaprová-la usando o método científico.
Wikipédia.
Criada pelos
filósofos gregos, a escola cética tinha como doutrina a dúvida, não era
possível ser cético sem duvidar de tudo. Fazia-se então um caminho sem fim com
destino a verdade (tomada pelos gregos como principal meio de se ter a
felicidade).
Todo cético
está sempre questionando os parâmetros da vida e nunca se cansa disso. Os
cientistas ganharam essa fama de céticos justamente porque é por meio de
indagações, reflexões e muitas vezes mudanças radicais nos padrões que estamos
acostumados a declarar como absolutos que a ciência avança, aliás, ciência é
conhecimento e para tê-lo é fundamental ser cético.
Talvez pela
busca interminável e pelo seu bem inatingível, o ceticismo acarreta num certo
desequilíbrio racional quando levado ao extremo. A loucura é um preço pelo qual
o ser humano paga ao buscar pelo conhecimento.

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