16 de dezembro de 2011

Ceticismo - Κόσμο των ιδεών - I

Escola de Atenas - Rafael Sanzio

O ceticismo (derivado do verbo grego σκέπτομαι, transl. sképtomai, "olhar à distância", "examinar", "observar") é a doutrina que afirma que não se pode obter nenhuma certeza absoluta a respeito da verdade, o que implica numa condição intelectual de questionamento permanente e na inadmissão da existência de fenômenos metafísicos, religiosos e dogmas. O termo originou-se a partir do nome comumente dado a uma corrente filosófica originada na Grécia Antiga.
O ceticismo costuma ser dividido em duas correntes:
Ceticismo filosófico - uma postura filosófica em que pessoas escolhem examinar de forma crítica se o conhecimento e percepção que possuem são realmente verdadeiros, e se alguém pode ou não dizer se possui o conhecimento absolutamente verdadeiro;
Ceticismo científico - uma postura científica e prática, em que alguém questiona a veracidade de uma alegação, e procura prová-la ou desaprová-la usando o método científico.
Wikipédia.
Criada pelos filósofos gregos, a escola cética tinha como doutrina a dúvida, não era possível ser cético sem duvidar de tudo. Fazia-se então um caminho sem fim com destino a verdade (tomada pelos gregos como principal meio de se ter a felicidade).
Todo cético está sempre questionando os parâmetros da vida e nunca se cansa disso. Os cientistas ganharam essa fama de céticos justamente porque é por meio de indagações, reflexões e muitas vezes mudanças radicais nos padrões que estamos acostumados a declarar como absolutos que a ciência avança, aliás, ciência é conhecimento e para tê-lo é fundamental ser cético.
Talvez pela busca interminável e pelo seu bem inatingível, o ceticismo acarreta num certo desequilíbrio racional quando levado ao extremo. A loucura é um preço pelo qual o ser humano paga ao buscar pelo conhecimento.


Aprender e ensinar. Uma lógica, uma determinação.

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